terça-feira, 29 de novembro de 2011

O Natal chegou!!!!!

O nascimento do filho de DEUS está sendo comemorado com muito explendor, grandes pinturas e um presépio maravilhoso foram criados e confecionados na escola. Um lindo cartão postão de Natal recebe os visitantes da escola, o objetivo é destacar o brilho que os alunos, pais, professores e funcionários da escola possuem, tentamos resgatar o espirito natalino como uma pequena idéia a ser plantada e regada.
Um presépio reciclado foi confeccionado lembrando a linda história do nascimento de Jesus Cristo.

                                                                      PRESÉPIO








PINTURA E ÁRVORE DE NATAL




Independente da religião, o Natal nos une para perdoarmos e recebermos o perdão, assim a direção da EEB JORGE LACERDA agradece a todos pelo companheirismo dedicado durante o ano letivo, em especial ao Prof. Tatiano de Ben que fez a belíssima pintura do mural, a professora Dediane F. de Ben que recortou as inúmeras estrelas para a confecção da árvore natalina, a professora Fátima M. Colle que confecionou os personagens do presépio com sucata e a professora Angela quem deu a idéia, além desses professores, fica nossa gratiadão a todos que de uma idéia ou outra ajudaram a deixar o NATAL de nossa escola mais bonito. ( Fica aqui o nosso muito obrigado: de  Carlos e Kátia).

TARCILA DO AMARAL- OPERÁRIOS

Nascida em 1 de setembro de 1886, na Fazenda São Bernardo, em Capivari, interior de São Paulo, era filha de José Estanislau do Amaral Filho e de Lydia Dias de Aguiar do Amaral. Com um vasto arcenal de obras das quais exprimem os mais diferentes sentidos, Tarcila do Amaral entra na sala de aula com a obra: Operários, esta obra está incluída no projeto BULLYING, do qual mostra a união de várias pessoas de diferentes raças para a realização de um mesmo plano.
Sendo assim a professora Dediane F. de Ben, trabalhou a reconstrução da obra atravéz de desenhos e colagens com os alunos do turno integral.


Parabéns a todos!!!!

Literatura de Cordel

Literatura de cordel vulgarmente conhecida no Brasil como folheto, é um gênero literário popular escrito frequentemente na forma rimada, originado em relatos orais e depois impresso em folhetos. Remonta ao século XVI, quando o Renascimento popularizou a impressão de relatos orais, e mantém-se uma forma literária popular no Brasil. O nome tem origem na forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para venda, pendurados em cordas, cordéis ou barbantes em Portugal. No Nordeste do Brasil o nome foi herdado, mas a tradição do barbante não se perpetuou: o folheto brasileiro pode ou não estar exposto em barbantes. Alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, também usadas nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.
 




Visando aprender mais esta forma textual, a professora EliseteV. C  de Ben trabalhou com os alunos da 6ª série 61 do turno EPI a LITERATURA DE CORDEL sobre o tma BULLYING que faz parte do projeto elaborado este bimestre.